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O maestro conta

Quem eu sou
1 de junho de 2026 por
O maestro conta
Associação Banda Filarmônica 2 de Janeiro
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Quem sou?

Me chamo Eduyr Pereira da Silva, também conhecido como Dudu Silva em minha atuação musical, sou professor licenciado em Letras, licenciando em Música, gestor e agente cultural, músico e maestro da Filarmônica Grupo Musical 2 de Janeiro, em Canavieiras, Bahia.

Minha trajetória é construída entre a educação, a música e a comunicação. Desde cedo, encontrei na arte um caminho de expressão, de responsabilidade e de compromisso com a minha comunidade. Ao longo dos anos, venho dedicando meu trabalho à valorização da cultura canavieirense, à formação musical e à preservação da memória coletiva da cidade.

Na Filarmônica Grupo Musical 2 de Janeiro, tenho a honra de contribuir com uma instituição que representa tradição, aprendizado e pertencimento. Mais do que um grupo musical, a filarmônica é um espaço de encontro entre gerações, um lugar onde a disciplina, a sensibilidade e o amor pela cultura se transformam em experiência viva.

Também atuo na comunicação cultural por meio do jornal digital Viva Cannes e do podcast Vozes da Cultura Viva de Canavieiras. Esses projetos nasceram do desejo de contar histórias, registrar vivências e dar visibilidade às pessoas e iniciativas que mantêm viva a identidade do nosso povo.

Acredito que cultura é mais do que expressão artística: é memória, educação, identidade e futuro. Por isso, meu trabalho busca unir palavra, som e compromisso social, sempre com respeito à história de Canavieiras e às vozes que a constroem todos os dias.

Minha missão

Minha missão é contribuir para que a cultura de Canavieiras seja reconhecida, valorizada e transmitida às novas gerações. Trabalho para que a música, o jornalismo cultural e a educação caminhem juntos como instrumentos de transformação e pertencimento.

Quero seguir fortalecendo espaços de escuta, aprendizado e memória, porque acredito que uma comunidade só permanece viva quando conhece, respeita e celebra sua própria história. Além de falar de alguns músicos e musicistas que fizeram parte da filarmônica e que por ironia do destino alguns foram esquecidos e apagados da história como já ocorrem em nossa comunidade.

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