A verdadeira grandeza de uma instituição centenária como a Filarmônica Grupo Musical 2 de Janeiro (F2J) se mede pela sua capacidade de guardar e respeitar cada gota de suor deixada em suas estantes. A memória cultural não pode ser seletiva. Por isso, o maestro conta e faz questão de trazer à luz mais esses nomes, homens e mulheres que, com seus instrumentos, vozes ou apoio dedicado, ajudaram a erguer o pavilhão da nossa música em Canavieiras.
Mesmo que o tempo passe, que as trajetórias mudem ou que hoje defendam outras fardas, a nota que cada um tocou e a contribuição que deixaram permanecem gravadas na história.
NOVOS ACRÉSCIMOS AO PAVILHÃO: A HISTÓRIA QUE O TEMPO NÃO APAGA
O Maestro Conta:
- Rafael Assis: foi um grande clarinetista, que com sua dedicação e presença somou forças ao nosso corpo musical, escrevendo seu compasso de dedicação e honrando a tradição que carregou nas mãos.
- Igor Demostenes Cháchá: um dos nomes que evoca a linhagem e o respeito aos grandes mestres da nossa região, trazendo no sobrenome e no sopro a responsabilidade de manter viva a chama das filarmônicas.
- Adeilson Nascimento: hoje integrante da Lyra do Commercio. O maestro conta e reconhece com profunda fidalguia o seu papel histórico nas nossas fileiras; a música une o que o tempo transforma, e sua contribuição no nosso passado é eterna.
- Patricia Nascimento, Louise Santana e Margarida Souza: clarinetistas com presenças marcantes e fundamentais que, com sensibilidade e firmeza, doaram seu talento e dedicação, garantindo que a força feminina continuasse a brilhar nas nossas retretas e bastidores.
- Igor Clarinete: em sua trajetória, deu voz às madeiras da casa, conduzindo as melodias com a agilidade e a doçura que só um clarinetista vocacionado consegue entregar ao público na praça.
- Edvaldo Rodes: foi um músico de compromisso e valor, que compreendeu o significado de fazer parte de um conjunto e colocou seu talento a serviço da harmonia coletiva da F2J.
- Reinaldo Bahia (Cachimbinho): foi uma figura inesquecível e emblemática na nossa história. Carinhosamente conhecido como Cachimbinho, trouxe sua identidade única e sua paixão pela música de farda, deixando saudades e um legado de pura autenticidade.
- Crispiniano Pinho: nome ligado à nossa ancestralidade musical e ao respeito pelas bases rítmicas e harmônicas que dão a sustentação e o sotaque característico aos dobrados de Canavieiras.
- Marivalda (Valdinha) e Amélia: as mulheres de fibra que representam o suporte, o carinho e a dedicação que muitas vezes acontecem longe dos holofotes, mas que são o verdadeiro combustível para que os músicos possam subir ao pódio e tocar.
- Jean, Joilson, Alisson e Wesley Lima: que com seus esforços individuais ajudaram a preencher as lacunas das nossas estantes, somando seu sopro e suas energias jovens em momentos importantes de nossa caminhada.
Como bem diz o lema que estamos construindo, a história da 2 de Janeiro é um livro aberto e feito por muitas mãos. Cada um desses nomes inseridos hoje traz mais cor, respeito e justiça ao nosso memorial. O registro de vocês está salvo e eternizado na história da cultura canavieirense! Caso tenham algo a citar, entre em contato com a instituição.